GRAMATIK, o Primeiro “Criptoartista” do Mundo… pela SingularDTV
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Primeiramente, gostaria de chamar atenção para o quanto o mundo mudou nesses 20 anos. Todas as discussões hoje passam por problemas que algumas vezes nem ainda os temos. Nos perguntamos: haverá empregos para todos? As máquinas dominarão o mundo? Sinceramente, eu não temo o futuro. Todo o temor cai por terra quando vejo iniciativas contundentes que suportam um mundo mais criativo, acessível e viável. 20 anos atrás, ninguém imaginava que a tecnologia traria a solução em 20 anos. Vejo que, sem querer, viemos de forma inconsciente talhando e experimentando o que ainda nem é, mas está por vir. Inevitavelmente, estará ao acesso de todos.

Os fatos citados acima, são provas disso. Em primeiro lugar, no caso Bowie, uma tentativa de re-apropriação daquilo que nunca foi de outro: a criação. Contudo, se em 1997, a iniciativa de Bowie tornou sua criação acessível apenas a grandes conglomerados e empresas — por 10 anos todos os Royalties pertenceram a Prudential Insurance, hoje a realidade pode está acessível a todos — sem restrições, no caso Gramatik. Sem muito esforço, podemos identificar uma espiral evolutiva, sobretudo, proporcionada pela tecnologia emergente do Blockchain. Mas, também, por uma mudança de valores que empoderaram o indivíduo e não grandes corporações sem almas. E a alma não é o disco, nem na fita, nem no mp3, ou o que sei lá mais o que; a alma é a informação continua nessas mídias. Como um hash que não é um bitcoin ou qualquer outra criptomoeda mas um protocolo de transação. Ou seja, a alma está e seu valor está na informação transacionada, assim como, o alma e o valor do criador encontra-se na criação e nas pessoas que acreditam nele.

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