O riff e a onomatopeia
Ricardo Coser Seelig
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Opa Ricardo, tudo bom?

Primeiramente, excelente texto, concordo em gênero, número e grau com o que você abordou, claro que o rock não vai deixar de existir e sempre vai existir quatro jovens na esquina cantando sobre as incertezas da vida.

Posso soar um pouco ignorante mas acredito que o movimento do rock em si morreu em todo mundo, e que esse fenômeno não esteja apenas ligado apenas ao Brasil, faz anos que não temos bandas internacionais que não embalam os rádios, claro com suas exceções, como Arctic Monkeys, Strokes, Tame Impala, mesmas tais bandas — “atuais”, não vemos com os sucessos de antigamente como Rolling Stones,AC/DC, Mettalica, enfim como já disse “um pouco ignorante”, também tais bandas atuais refletem muito uma geração e todo seu sentimentalismo.

Novamente, excelente texto.

PS: depois dê uma olhada no movimento da “geração perdida” de MG talvez você goste, abraços.

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