Part one of my bumpy journey, from applying to finally getting job offers in the EU during the pandemic.

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Photo by Hello I’m Nik 🎞 on Unsplash

👉 Part 2 and Part 3 are already available!

It was a long time desire, to work in a different work environment from the ones I was used to in Brazil. By October of 2019, my wife and I thought this could be the perfect timing.

Since I have an EU passport and I've seen many friends moving to work in Europe — because of the tech scene, the lifestyle, etc. — we thought this could be a good place to start. But where in Europe? …


A third and final piece where I share my point of view on what makes a great hiring process. All based on multiple experiences as a candidate, from November 2019 to July 2020.

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Photo by Scott Graham on Unsplash

Different from the first and the second part, this text is addressed to companies that are recruiting designers.

Candidates can get very frustrated sometimes, especially during COVID-19 where many were caught off guard and had to look for a new job. There are plenty of emotions involved, and this could easily be a “Hiring designers: you’re doing it wrong!” kind of text.

Instead, I’ll share some of the components I noticed that good processes have in common, in my point of view. I synthesized it in the form of three principles, although this isn’t an extensive list.

Great hiring processes are…

Respectful

Great hiring teams know that time is a valuable resource. They aim for a leaner process. Instead of a fastidious take-home design exercise that demands 20h to be solved, plus hundreds of hours to be evaluated by the team, they apply a live whiteboard challenge that takes up to 2h. …


Part two, where I walk you through each step of the process and share my learnings along the way.

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Photo by Orsolya Vékony on Unsplash

👉 Part 3 is already available!

In the first part, I gave you the big picture: after developing my whole career as a UX Designer in Brazil, I decided to relocate to Europe just a few months before the Coronavirus outbreak.

In this second part, I’ll guide through all the learnings that I got from several (remote) interviews, finally getting job offers in July of 2020.

This text is intended to show you a more practical side of things. …


Uma história ilustrada dos materiais gráficos do evento, desde a primeira edição.

2015

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2016

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2017

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2018

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2019

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Design gráfico e ilustrações: Thiago Esser // Lettering (2019): Adriana Schons // Fotos: Charlene Cabral (desde 2016), arquivo pessoal


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Minhas notas a partir do texto Web Typography & Layout: Past, Present, and Future, um bate-papo com Jeffrey Zeldman, Jen Simmons e Roger Black.

Highlights:

Sobre usar coisas/soluções prontas:

I think we really need to move away from using frameworks that we download from some third-party website and just kind of dropping everything into the layout that everybody else is using, and ask this question of What’s the job of the page we’re building? Maybe it’s an article, maybe it’s not. Maybe it’s an interface, maybe it’s a store, maybe it’s something else. How is it that people are trying to use it? It’s design. What are they trying to do? What do our users want? What do they need? …


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Monte um livro de bolso para lhe guiar nas suas anotações.

Retirado dessa apresentação. Baseado nos livros de Mike Rohde e Dan Roam.

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1. Pegue uma folha A4 e dobre duas vezes.
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2. Na parte superior esquerda, escreva uma frase encorajadora e desenhe as 6 formas geométricas essenciais para desenhar praticamente qualquer coisa, como mostra Eva-Lotta Lamm (um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete…).
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3. Na parte superior direita, consolide o seus tipos de letra feitas à mão (minúsculas, maiúsculas, negrito, vazada…).
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4. Na parte inferior esquerda, desenhe os ícones que podem ser usados de forma recorrente no seu dia-a-dia, conceitos que provavelmente se repetirão na maior parte das suas notas.
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5. A parte inferior direita é o espaço para agregar as principais formas de estruturar uma nota visual numa folha de papel ou quadro, além de elementos visuais que liguem suas ideias e “caixinhas” em que elas podem ficar.
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6. Após dobrar a folha ao meio, na parte direita interior do SEU LIVRO (!) você escreverá as 7 perguntas que lhe ajudam a se orientar por uma nota (5W2H ou 6W).
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7. Na parte esquerda interior vai o o SQVID do Dan Roam, que são formas de definir que imagens você escolherá (simples ou elaborada, qualitativa ou quantitativa, representando a visão de um plano ou sua execução…).
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8. A contracapa é um bom espaço para registrar diagramas de Venn como os desses exemplos: um, dois, três. Ou também planos cartesianos para priorização e agrupamentos de ideias, como esse aqui: um, dois, três.
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9. Gran finale: uma capa bonitona, assinada por você como autor-a.

Exemplos de algumas notas visuais minhas

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Resumo de release de software.
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Resumo de palestra.
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Resumo de viagem.

E agora? Se trabalha com produtos e serviços digitais como eu, há diversas aplicações que eu sugiro nessa apresentação. Mas é claro, as notas visuais funcionam para qualquer profissão e também para coisas mais pessoais. Se quiser mais exemplos, me acompanhe no Instagram.


Eis a minha proposta para designers chegando agora, e para os já crescidinhos. Dois verbos e… ação!

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De que é feito um designer? Que sopro vital o anima? Que livros lê? Que cursos frequenta? Que biografias deve mimetizar para se tornar um dos grandes?

Para começo de conversa, vamos partir do senso comum, que prega:

A formação de um designer é um contínuo que não se acaba quando ele recebe um diploma ou certificado ou cargo, porque o mundo muda muito rápida e constantemente, e ele precisa estar sempre se atualizando.

No princípio era o verbo…

Um designer é feito de ações. De verbos que o colocam em movimento. Mas quais exatamente?

Designers precisam [insira o verbo].

Talvez você já conheça as prescrições mais comuns: designers devem codificar (ou não), escrever, desenhar, saber de negócios, falar…


Usando post-its, papel e caneta você pode pensar no roteiro completo de uma apresentação, até o nível dos slides, sem sequer abrir o seu software preferido.

Seja usando PowerPoint, Keynote ou Google Slides (eu particularmente prefiro o último), nenhum deles por si só vai lhe entregar palestras que as pessoas vão aplaudir de pé. Ok, isso você já sabe. O que escapa a muitos é que essas ferramentas, em determinados momentos, podem inclusive atrapalhar a criação de uma boa apresentação.

Imagine aquela hora em que você olha pra esse slide abaixo e pensa, “tudo bem, tenho uma ideia, agora é preencher essas caixinhas com textos, misturá-las com umas imagens, repetir esse processo umas 30 vezes e voilà!”:

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O bom e velho slide padrão te espera… se você souber exatamente o que e como dizer.

Chega de ppt driven presentations! 😂

Muito melhor seria se você já tivesse todo o roteiro em mente — início, meio e fim — , viajado sobre que fotos usar sem se perder nos bancos de imagens da vida, e testado a fluência das ideias e mensagens antes de matutar sobre que fonte usar. …


Sim, declarações. Algumas de amor, dá pra dizer. ❤ A comunidade foi muito generosa em escrever relatos riquíssimos com suas percepções sobre a terceira edição da UXConf BR.

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Organização da UXConf BR 2017. Foto: Charlene Cabral / UXConf BR

Abaixo listamos todas aqueles textos ou conteúdos que chegaram até nós. Se você também estava lá e produziu algo, deixe um comentário.

(Antes de começar… você sabia que as inscrições para quarta edição já estão abertas? Don’t waste your time: www.uxconf.com.br/ingressos)

Fica a pergunta: empresas podem ter um propósito além de ganhar dinheiro? Ou esse é um discurso de apropriação da publicidade para criar mensagens bonitas e vender bebidas açucaradas? Dá para chegar em um modelo misto em que você ganha dinheiro parte do tempo e na outra parte ajuda o mundo, compensando o seu footprint?


Nesse guia, mostro como você pode eliminar obstáculos e submeter apresentações super aderentes a eventos profissionais com foco em práticas de mercado.

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Foto: E V Peters

Frequento assiduamente eventos da comunidade de Design para Experiência do Usuário (UXD), na maior parte do tempo me alternando entre três papéis: organizador, avaliador de palestras e… cara que submete palestras.

Antes que alguém pergunte: sim, é possível acumular os dois últimos papéis num mesmo evento; não, eu não avalio as minhas submissões no caso disso acontecer, declarando conflito de interesse.

Como avaliador, já observei muitas ideias boas morrerem na praia por conta de um texto fraco na hora de descrever a proposta. Ora falta clareza, ora falta uma estrutura, ora é texto demais, texto de menos…

Fiz esse texto pensando no que aprendi com uma série de submissões minhas nos últimos anos, a maior parte delas sendo aprovada nas conferências (ver algumas). …

About

Thiago Esser

Senior UX Designer | www.thiagoesser.com.br | Co-founder of www.uxconf.com.br

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