
As 5 experiências de terapia que me ajudaram a seguir adiante
Hoje é dia do(a) Psicólogo(a). Sou muito grato a cada uma das mulheres que me ajudaram a desatar os nós da minha vida. A primeira vez que entrei em uma sala de uma psicóloga foi um dia após minha mãe descobrir que sou gay, quando eu tinha 16 anos. A psicóloga me acolheu e depois falou pra minha mãe: “Seu filho está passando por uma jornada de autodescoberta, natural da idade. Recomendo terapia para senhora compreender tudo de uma forma mais aberta.” Fui abençoado com a postura de uma psicóloga consciente da diversidade humana. E assim segui a vida. Necessitei de ajuda na época final da graduação. Busquei uma psicóloga pra desenvolver minha autoaceitação. Cada consulta semanal foi importante para tomar a decisão de sair da minha zona de conforto. Fui embora morar em Porto Alegre, com a cara e coragem, sem conhecer absolutamente ninguém. Lá no Rio Grande do Sul tive oportunidade de mergulhar de forma profunda na minha alma em consultas com uma terapeuta holística, que me ajudou a expandir uma consciência espiritual.
Após 2 anos morando em Porto Alegre, voltei pra João Pessoa e comecei a fazer Psicanálise. Deitei no divã para resgatar memórias da infância e desenvolver autoconhecimento. Conquistei um amor próprio e reduzi carga de sofrimento típico de fim de um relacionamento. Agora estou em São Luís contando uma psicóloga que me ajuda a reerguer os muros e tem me ensinado a importância da Constelação Familiar. O meu relacionamento com meus pais se tornou mais seguro. Consegui avançar na relação com meu pai de uma forma muito especial. Resumindo, cada uma dessas cinco experiências ao longo desses 29 anos foram e estão sendo fundamentais para seguir firme nessa jornada humana. Sou um eterno curioso. Considero autoconhecimento a base de tudo. Enquanto houver vida, eu estarei atento aos sinais em que o Universo se revela através de tantas profissionais que estão dispostas. a nos ajudar. Carrego comigo os versos de uma música da Lulina: “ A vida é desfazer nós. Nós de nós mesmos. A linha da vida fica maior se você consegue tirar o nó.”
