Vamos falar de amor …

Crianças, muito provavelmente vocês vão “amar” pessoas incondicionalmente por apenas uns três ou quatro anos e depois vão se perguntar: “Mas que catzo eu tava fazendo com a minha vida…”
É, não é fácil! Eu ainda não sei quem é a mãe de vocês, mas no dia que eu descobrir acho que vou descobrir também a minha melhor amiga, e minha companheira das atrocidades que eu faço ou falo (sim, papi poderoso também já teve seus dias de loucura … Perguntem para o tio Mauricio!). Voltando … Vocês vão passar por vários estágios de amor/paixão/paixonite/pega/cutucos, vários amores, algumas pessoas na lista até encontrar alguém que faça sentido, alguém que faça realmente sentido, e que some (do verbo somar!)

Talvez esse texto que seu pai esta digitando seja mais pra ele mesmo do que pra vocês! Hahahaha (risada pra fingir que não é verdade, mas é!).

O meu último relacionamento foi lá meio doloroso! Começou muito bem, comigo totalmente apaixonado, ela nem tanto … Aos poucos a coisa foi tomando um rumo, foi engrenando e melhorando … Até chegar em 2013 e as coisas começaram a degringolar (“Poxa mas estamos em 2016!!!” Pois é queridos … A coisa se estendeu dolorosamente por alguns anos) … A culpa de quem? Bom … Ninguém erra sozinho, a culpa é tão minha quanto dela. Não, eu não lembro quantos términos, talvez uns 10! Sim 10. Você tenta convencer todo mundo, e a si mesmo de que “dessa vez” tudo vai ser diferente, que ainda existe amor, que ainda vale a pena! Chega uma hora que a gente precisa aprender a parar e desistir. Eu odeio desistir, não é uma palavra que gosto de ouvir ou até mesmo falar. Mas às vezes é sua única opção. Abrir mão! E pode ter certeza de que algo melhor tá vindo! O cara lá de cima sabe o que faz! Mas o pior de tudo não é passar por essas situações. Mas sim pelas outras pessoas que você deixou de conhecer ou aquelas que entre um término ou outro você conheceu. Às vezes deixamos pessoas especiais, que realmente poderiam te fazer bem passar, por acreditar naquilo que já não dava mais certo. Se me arrependo? Demais! Se pedi desculpa? Sim! (Aliás sempre peçam se acharem que devem!). Se me arrependo de ficar batendo a cabeça? Bom eu nunca fiz isso antes, então vou encarar essa vez como aprendizado (aprendi a gostar de mim, de ficar bem sozinho sem precisar de ninguém pra ser feliz). Não precisar de alguém pra ser feliz não significa viver sem pessoas que ama. Mas isso é assunto pra outro post.

Talvez esse não seja o único post de amor/amores/cutucos/paixão/inlove/cabeçadas que eu vou escrever, mas lembrem-se que a pessoa ao seu lado tem que somar. Se não, não tem porque. Amar não são palavras bonitas e promessas, amar é cuidar.

Apenas.