Day 5/6

Ontem domingo eu descansei, a la viennoise, ou seja aproveitando o dia para fujir do tumultuo da capital, e passear no campo. Habito tipicamente daqui numa cidade de 2 milhoes de pessoas onde tumultuo e transito se compara numa marginal pinheiros um domingo de manha, ou seja nada. Mas tao perto de Vienna e num frio ja quase glacial, a natureza e a historia nos invadem.

Interessante como em vilarejos próximos da capital, surgem grandes réplicas religiosas agradecendo do fim da peste dos séculos 18. Não imaginamos como o continente europeu o passou por grandes epidemias naturais antes de se livrar as atrocidades belicosas das guerras. Mas umas matavam tantas como as outras.

E naturalmente o vinho curava tudo e ainda tem muitas propriedades vinícolas de vinho branco. So que um domingo, ta tudo morto, fechado, me lembrando meu período em Luxemburgo. Esses lugares sao feitos para vida familiar mas não para vida de solteiro sem cachorro. Eu iria morrer em silencio, precisando de alguma companhia de uma certa forma.

E tudo lindo, limpo , cosy mas tanto silencio. Prefiro então os monastérios que também existem perto de Vienna ate do seculo 13.

Lugares onde a vida monacal começa as 05:15 da manha ate as 20:30 com seis rezas e a partir da ultima oração das 20:30, e de rigor não falar mais.

Tanta beleza com tanto frio mas lugar otimo para meditaçao.

Ate chegar ate Mayerling, lugar traumático na história austríaca onde principe rudolf se suicidou com a sua amante.

Deu ate o tempo de ir ate Baden, outra cidade morta e quieta para caminhar nas ruas vazias e geladas com placas onde músicos famosos criarão suas obras geniais. Ou seja o frio e a solidão são geradores de grandes obras e inspirações.

E voltando a Vienna, no bairro de gridzing, nada melhor que comida tipicamente de la, com sopas, vienerschnitzel com batatas, apfelstrudel e um bom vinho branco.

E obviamente

Tanta comida mas bem merecida. Uma noite sem pesadelos nem pensando no trabalho sabatico, ate acordar pensando na proxima etapa, Paris, cheia de historias mau resolvidas, mau digeridas, num passado frances com sentimentos de exclusões e abandono . E coincidentemente a volta a França acontecendo antes do feriado de afinados mas no dia de Halloween, terrível festa na minha cabeça.

Será que eu conseguiria viver , morar, trabalhar em Paris. Estou num pensamento permanente sobre isso após somente dois anos de vida adulta na minha vida em Paris contra 18 anos de vida no Brasil. Vai ser sem duvida um assunto de meditação nos próximos dias que me acompanharão na minha maē patria.

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