O Boquetáxi da Lia Clark é +18?

A terça-feira (25) era só mais um dia comum até o clipe de “Boquetáxi” da drag/cantora/funkeira/proprietária na empresa lacre Lia Clark ser finalmente lançado no Youtube. Em um outro vídeo, anteriormente publicado no seu canal, ela já havia confirmado que o clipe pro seu novo single estava gravado e eu já não estava me aguentando de ansiedade.

No clipe, Lia aparece em um visual super sexy e, ao meu ver, foi o trabalho mais bonito já apresentado por ela até o momento. Na letra, é contada a história de uma “amiga” que ia sempre de shortinho curto pra boate e na hora de pagar o táxi ela nunca tinha dinheiro pra pagar a corrida… então, digamos que ela pagava o motorista de uma outra forma.

A internet foi a loucura e em pouco tempo o vídeo já tinha alcançado #1 dos mais vistos no Youtube. E em menos de 24h o Boquetáxi da Lia já contava com restrição de idade. Vale lembrar que a plataforma já foi alvo de críticas por censurar conteúdos voltados ao público LGBT.

Não quero entrar em uma discussão muito profunda, mas é por esse e outros motivos que a gente deve se questionar o porquê que o mesmo não acontece com os clipes de funk que são produzidos e publicados no canal do Kondzilla, por exemplo, onde a figura da mulher é constantemente explorada e erotizada.

Por que a figura da drag queen na mesma situação ainda incomoda tanto?

Continuem assistindo e divulgando o clipe de Boquetáxi nas redes sociais. Vamos resistir e existir!

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