Fico pensando a respeito disso todos os dias, não somente em relacionamentos, mas em tudo que…
Bruno De Blasi
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Sua resposta é o complemento perfeito que faltava no meu “texto-desabafo”. Concordo com você em tudo, e compartilhamos do mesmo ponto de vista talvez provocado por nossos próprios erros — errei muito, fui machista até onde cheguei e parei, e recentemente, percebi o quão babaca fui.

Como você bem disse, as coisas não têm gênero. As atividades não têm gênero. Sou um homem barbado de 21 anos que gosta de costurar, e me incomoda pra cacete quando menciono isso num grupo de não-amigos (ex.: colegas de trabalho), e fazem aquele desagradável “hhmmmmmmm” que a gente sabe muito bem o que significa.

Da mesma forma me incomodo quando falam sobre duas mulheres se beijando, como se fosse a coisa mais absurda do mundo, e reservam dezenas de minutos a condenar o que viram. Sinto nojo de tamanho desrespeito, principalmente vindo de mulheres machistas, que, como mencionei no meu texto, se submetem a seus companheiros.

Em resumo, gostei muito da sua resposta, e agradeço imensamente por compartilhar sua frustração com o mesmo assunto — assim me sinto menos sozinho entre os homens que aprenderam a respeitar.

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