Eu tô numa daquelas filas que não terminam nunca. Aquelas filas que eu sempre te contava sobre ou te mandava mensagem durante só pra passar o tempo. Cadê tu, galego? O que é que tá acontecendo com a gente?

Ontem, depois do que pareceu uma eternidade, você me mandou um “olá", um olá que normalmente puxava uma conversa que durava horas. Ontem foi bem rápido e parecíamos dois estranhos. Quando a coisa começou a ficar séria você foi se calando e aí eu te perdi. Eu sempre sei quando te perco, é engraçado até.

Espero que você volte logo, espero que a gente volte logo. Tô com saudade dos teus conselhos tortos e das tuas chatices. Tô com saudade da amizade da gente. Boa sorte, galego.