Corpo dela, regras dela
Cauê Madeira
1003

Ainda não sou pai, nem sei se serei um dia. Mas concordo plenamente na igualdade no trato, nesse contexto. É muito chato ver um pai falando, por exemplo, que a criança deve abraçar, beijar ou falar com quem quer que seja. Por mais próximo que seja.

Quando vejo crianças sendo forçadas a ser simpáticas comigo, fico sem graça junto com a criança, que ainda não tem uma opinião fornada a meu respeito, mas não se sente à vontade ainda. É muito normal ela negar um abraço e em poucos minutos estarmos correndo em círculos pela casa. E é bacana quando a criança encontra um tempo, seu tempo, para processar e decidir.

Belo texto!

Abs!

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