Realização pessoal

Acabo de ler a seguinte frase de Viktor Frankl: “[…] O homem sabe que está se realizando na medida em que se esquece de si mesmo, e ele se esquece de si mesmo ao se dar, ao se entregar, seja servindo uma causa nobre, seja amando outra pessoa diferente de si mesmo.”

É certo que devemos — ou pelo menos deveríamos — fazer algo de nossa existência humana. Não algo passageiro, mas perene. Eu diria que um passo é não tentar sermos mais do que somos; um passo a fim de nos conhecermos melhor, e assim, começarmos a colocar em tudo que fazemos um pouco de si, a se doar. Amor é isso: uma entrega de si mesmo, do que temos de mais valioso, do que ninguém pode tirar de nós. E é óbvio que se entregamos o mais precioso que temos, sentiremos dor; mas além das dores, poderemos ganhar alegrias que nada mais nos daria. Afinal, as melhores experiências nas nossas vidas não vêm do que fazemos, mas do que proporcionamos com amor.

Ao meu ver, isto é realização pessoal. E Frankl estava certo.

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