Conveniência

Vendo as luzes coloridas da cidade, penso no homem. Não penso na engenharia, na arquitetura, na parte elétrica que faz cada uma dessas luzes existir. Penso no homem e que o homem é capaz de fazer a arquitetura, a engenharia e a elétrica, e muito mais. O homem é inteligente e, como qualquer ser inteligente, faz o que lhe convém no momento. Mas não é o homem o único ser inteligente realmente conhecido? Pois para conveniência do autor, o homem é tido como um dentre outros seres inteligentes, simplesmente para dar mais força e credibilidade ao texto. Talvez o pensamento esteja confuso. Mas não me convém explicar.

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