A “FLIPAGEM” QUE AINDA NÃO ACABOU #03

A bolsa de valores brasileira bateu, em outubro de 2019, sucessivos recordes e animou o mercado de uma forma geral. O otimismo é grande com o mercado que tem oferecido oportunidade de diversas formas. Entre elas, os IPOs.
A abertura de capital de empresas na B3 está acelerada e, em certos momentos, é necessário escolher em qual entrar. No fim de outubro, estava indeciso entre flipar a da C&A, a do BMG ou as duas. Optei pela segunda alternativa.

Definitivamente, não foi das escolhas mais felizes.
Até que começou bem. Quer dizer, melhor do que a minha última operação, em Vivara. Assim como no IPO da joalheria, o do banco mineiro também institui o tal do Lock Up, dispositivo que tem gerado bastante discussão.
Diante do rateio de Vivara, até achei satisfatório o índice estipulado para o do BMG. De qualquer forma, limitava bruscamente o poder da minha reserva.

Com as 85 units na mão… Fui para o jogo! Quer dizer, não fui. Pois é. Por uma indisponibilidade minha, não consegui operar na estreia do BMG na bolsa de valores brasileira.
Não que eu tenha perdido grande coisa. No pregão inaugural BMGB11 teve um dia morno e operou em queda praticamente a sessão inteira. Já a C&A…
Se estivesse no home broker, provavelmente, teria mantido as ações do BMG já que o valor investido nela não influenciaria tanto nas minhas operações. De qualquer forma, o desempenho do banco mineiro nos dias seguintes não foi lá estas coisas e, sem dúvida, talvez teria sido mais vantajoso ter abandonado o trade no primeiro dia.

Como o que vale é bola rolando, sigo posicionado em BMGB11 e aqui em baixo é o lugar da nota de corretagem de venda. Quando sair da posição, atualizo este post.

Sim, na minha terceira flipagem, as coisas não saíram do jeito que a gente deseja. Mas faz parte do jogo. Que venha o próximo IPO!
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