histórias de brisas e distorções

sem eira e na beira

como quem dança em cima de facas

desafiando a gravidade da morte

tudo se dilata em batidas de latas

é sempre verão para os que nunca virão

a fotografia de a. e sua luz amarelada-calma

sem close repetitivo, ao natural como a sua erva

tenho ciúmes do baseado que você fuma tão distraídamente

aposto que aninha acharia foda como desconstruí(rs) sua frase

dose dupla em duplo sentido dá no mesmo, como bem disse a.

e sem qualquer sentimentalismo à literatura brasileira, eu rasgo em prosa

estou de volta para um lugar que nunca fui e muito menos meu

sem eira e na beira, (in memorian) piva

e quando crescer, irei ser ana c.

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