Ele era marido da minha tia. Eu tinha 18 anos. Morava de favor em sua casa. Eu estava ali desde os 12 anos, quando minha mãe decidiu que não podia criar uma filha. Eu entendi. Esse tipo de coisa é fácil entender, pelo menos para mim sempre foi. Entendi também que eu não era bem vinda na nova casa. Não me incomodou. Eu agia e fazia o mínimo. Sabia que seu quisesse sair dali logo, eu deveria apenas me comportar. Não sei, deve ser instinto de criança.

Foram seis anos marcados de altos e baixos, escola, adolescência e crises. E os últimos dois anos foram marcados por ele. O cara de olhos verdes, boné cinza e maxilar quadrado. O cara que casou com a minha tia.

(Continua)

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