Por que não há salvação para nós, os condenados?

Nada pode dar errado, né? Mesmo alguém bem intencionado conseguirá sobreviver às fuinhas do aparelho estatal… Aham!

Nessas horas, todos se perguntam pelo maldito cara que ganhará aquela eleição do ano que vem, não é mesmo? Uma desgraça burocrática que deveríamos cumprir pela dita ‘’festa da democracia’’. Pois bem… Como toda festa, sempre há alguém de ressaca e esse alguém é o povo brasileiro. Eu é que não me darei ao custo de sair de casa ou de cidade pra ajudar ou tentar eleger uma pessoa que pouco poderá fazer por nós nessa paragem política.

Acreditem na figura que quiserem, mas eu e muitos daqui faremos parte da maior parte da população não-votante do próximo sufrágio universal. Por acaso vocês duvidam de que os nulos e brancos serão praticamente o equivalente ao número de votos de um dos dois candidatos (que possivelmente pegarão segundo turno) receberão? Então…

Sonho por um lugar em que eu possa importar meus produtos sem dar uma boa fatia ao senhor estado e sem me preocupar com o suposto bem-estar social. Todos sabemos que de social, só tem de bom o tamanho do bolso em que os políticos e burocratas enfiam sua grana, além dos seres jurídicos que dão aquele jeitinho pros políticos de carteirinha não serem condenados por certos recebimentos de empresas corporativistas, anteriormente turbinadas por quem? Pelo estado. É mais fácil o barbeiro entender o quanto a CLT é nociva na relação empregado-empregador do que o tal do Janot, o nauseabundo, ferrar com seus próximos, os quais também obtiveram vantagens e depósitos de um certo empresário corporativista.

O libertarianismo é o ‘movimento’ que mais cresce no nosso território tupiniquim e isso tudo graças aos políticos. Muito obrigado, sem vocês e suas maracutaias, nestes últimos três anos, jamais conseguiríamos discutir Hoppe, Lysander Spooner e outras figuras importantes pro debate econômico.

Há mais lisura na interpretação de um árbitro de futebol na próxima Copa do Mundo do que naqueles que contam os votos em urnas eletrônicas passíveis de adulteração. Não, não é o medo de perder… Mas e quem garante que os ainda ingênuos votantes, acreditem que ninguém venda sua vitória por um projeto de poder, por um projeto de dominação ideológica e que apenas mudam os atores que lubrificam as malditas engrenagens?

Eu não desrespeito quem pensa diferente de mim, todavia, me defendo de todo aquele que age para causar-me prejuízo. E como Indivíduo, jamais abdicarei do meu senso de justiça e sabedoria. Afinal, aquele que melhor sabe ou se prepara pra lidar sua própria vida, não precisa de terceiros fingindo que sabem ou se importam com o bem estar de uma população.

❝A nuance libertária❞ ܟ

Um perfil dedicado a elucidar sobre as questões político-econômicas que nos circundam no globo. Antigo @I_am_in_command no twitter, agora somente no Medium.

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