ao que foi;

Embora eu me esforce e essa ação de sempre fortalecer o que existe aqui dentro é involuntária, até por que -a gente sente tudo- não é mesmo? Sentimentos impossíveis como li num texto hoje de manhã, desrespeitar minha conduta desconsiderar os fatos que me distanciam de você. Percebo, que ao escrever falo muito mais da minha intensidade, da minha paixão, talvez, nossos corpos nem se comuniquem mais, nossos olhares nem se cruzem mais, tua admiração não seja mais a mesma, meu encanto acabe, e o frio na barriga passe. Prefiro evidenciar os fatos perdidos, a ousadia de trilharmos os caminhos das nossas escolhas e nos esquecermos, juntos. Muitos acontecimentos veem na minha cabeça, a nossa comunicação, que por si só agiu independente, de palavras, de demonstrações, e uma única vontade de agir com o coração e esquecer tudo isso ao redor, minha lógica fora do comum. OK. Me pego a esperar recados teus, a sensibilidade das tuas palavras, e voltar a me inspirar, mas já não somos os mesmos, demoro um tempo pra diluir com isso, fluir num fluxo de desejos, que já não sei pra onde vai… Exagero, intensa e romântica, me conheço em volta do que fomos, ao redor do que foi. Só me resta risos. Pseudo lucidez, ironia da vida. Interferências e códigos que hei de decifrar… Sigo, e tu segue. Te desejo uma boa sorte nessa vida de poucas palavras.

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