carta sem remetente

Vou falar aqui sobre uma paixão platônica, vulgo ilusão, vulgo vontade de me aventurar, e me apaixonar, e conhecer. Termino a concluir, que sim, esses momentos foram beijos, transa, palavras, foi uma convivência de alguns dias inteiros, te vivendo, te sentindo, ta aqui em mim, troquei e deixei a melhor energia que podia sair de mim (apesar de isso acontecer o tempo todo) me causou insonia, minha cabeça o dia inteiro por insistir em pensar, um coração que gostaria de estar perto, escutar os detalhes até do teu silêncio, essas coisas bestas que a gente se apropria enquanto apaixonados. Minha energia vital me manteve lucida nessa sensação de amar além dos defeitos, além das falhas, me sentir e poder ter feito acontecer, algo muito bom entre nós dois. Me distancia de qualquer ódio e elo provisório que emoções passageiras me causa, sim, eu não posso me perdoar por sentir muito, na verdade, isso pra mim é um exercício diário, reverter numa boa maneira de obter aprendizados, me mantem firme. Bom, eu sei que tudo passa, e agora eu te vejo numa situação (cuspindo indecisão, falta de companheirismo e respeito) tenho tato pra dizer isso. E te dizer que além disso é muito bom errar, mas é perigoso não aprender com os erros, e passar por cima de corações, tão rapidamente, além de você se afirmar uma pessoa banal e passageira, ainda gera mal estar! não seja tão banal… tão mundano… minhas palavras, deixo aqui, a minha expressão, a autoafirmação da minha decisão, quando eu resolvi te conhecer. Não é surpresa, por menor que seja, você me fez mal sim, foi uma faca de dois gumes e me mostrou teu pior lado.

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