poesia de como as coisas se formam

ecoa no meu pensamento

equalizo os acontecimentos

em tons sutis

eu demoro a me regenerar

talvez não seja regenerar para voltar outra

apenas andando

diante uma carga de novos aprendizados

e poesias tolas

e filosofia conjugando momentos óbvios

atrito com minha própria reflexão

o estalar ao liberar o que não me pertence

arquitetar momentos

por acidente viraram poesia

não sei porque escrevo

são apenas palavras tolas

busco não mais por a prova

meus sentimentos

nem de pessoas

nem de lugares

sentir assim de um jeito arriscado

sujeitar-me a situações difíceis

eu amo por que amo…

natureza do sentimento

porque ele vive em mim

por que eu iria submete-lo a um falso relativismo?

sentir na essência é algo apaixonante e sutil

ponto de partida poético

ardo de paixão

e momentos, sim

recordo

percorro

sem intercalar espaços

e isso me ressoa

calmamente ou latente

estupidamente ou tolamente

abobalhada ou morta de tesão

não há quem diferencie os dois estados

a superfície está as escuras

quando na profundidade só se escuta renúncias e partidas…

sem pontos finais

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