#2

que coleção bizarra de histórias. uma franja, meia distância. meus dedos nem funcionam mais, e acho que não importa o quanto eu antecipe vai ser sempre essa banda desagradável. eu sangro e batem palma. se eu preciso explicar, pessoas. eu sempre termino em banheiros e hoje não seria diferente. mais nauseado a cada cara que entra. tipo esse cachorro, não tão confuso quanto em um ecossistema hostil. hostil ou negligente? repetindo fica mais fácil de entender. talvez eu cobre demais. nem o ambiente nem você, eu sei. essa pulsação conivente é a única coisa que pode me salvar. depender não é mais. interpretação é o que vale, e nem que só nisso eu me sinto em paz.

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