Certo é que não sabia bem o que queria provar. Apenas não pude na espera nem mais um dia. Fui. Com pesares e ânsias na medida igual. O coração e corpo quase dissolvendo-se. Uma esperança incontrolável dominou o juízo. E diante de tudo e além do que posso ver agora, não ouso dizer que não valera a pena. Teus olhos furtivos (como sempre) e o sorriso entregue, tua mão na minha, os abraços sinceros e o cheiro que ainda inebria. Não vou conter por hora o meu coração satisfeito. Não posso reprimir esta alegria que, inevitavelmente vai me abandonar a medida que os dias não me trouxerem você de volta. O presente é dádiva, e eu não negarei esse acalento.