Pois é. Minha esposa e eu — doravante, Sabrina e Leonardo -, entre 18 e 28 de maio deste ano (2015), realizamos um sonho acalentado há muito tempo. Um sonho tão improvável que eu tinha medo de, um dia, acordar e descobri-lo impossível. Mas calhou de não acordarmos, e desembarcamos em Havana numa noite abafada e quente de maio — àquela altura, o verão caribenho já vinha se anunciando com pretensões tórridas. Iniciava-se ali, sem que déssemos por conta, a experiência que mudaria nossas vidas.

Esquerdista nato, andava eu já farto de ouvir, em resposta às minhas manifestações de viés socialista, o mantra reacionário “VAI PRA CUBA!”, proferido sempre com uma virulência intimidadora. Pois seguimos o teu conselho, furibundo amigo, e fomos. E o que vimos… ah, o que vimos… nem te conto… aliás, conto, sim!

Por meio de imagens capturadas durante a nossa estada na ilha caribenha, tencionamos trazer um bocadinho do que experimentamos nesses dez dias.

Podemos afirmar, já de antemão, que, ao fim desta jornada, descobrimo-nos revolucionários de alma e cubanos de coração.

Esperamos que apreciem — ou detestem. Vai da veia de cada um.

HASTA LA VICTORIA
SIEMPRE

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