Jornalismo Esportivo

Artigo elaborado por Rodrigo Rebelatto de Oliveira e Felipe Valgoi

A diferença entre rádio e TV

O esporte é uma editoria presente em toda e qualquer redação de jornalismo, impresso, rádio, televisão ou internet.

No entanto, uma abordagem jornalística é feita de forma distinta em outras editoras, existe mais liberdade e uso constante de elementos narrativos que suavizam o texto ou uma narração e deixam uma linguagem da cobertura esportiva mais próxima do entretenimento.

Este documento tem como objetivo analisar e suportar uma transmissão esportiva. Vamos mostrar agora como o esporte invadiu uma televisão, como uma transmissão esportiva para uma mídia de televisão, os elementos são elementos e como as estratégias para uma cobertura de grandes eventos esportivos e como esse esporte para o rádio para uma TV. No rádio o principal sentido usado em uma audição, assim como uma necessidade de valorização e um exame de qualidade.

A narração é rica em detalhes, utilizando uma entonação de voz, uma estratégia de compreensão do público, para que a ouvinte sinta como emoções do esporte mesmo sem o que está acontecendo na partida.

A habilidade do narrador em comentar o que está acontecendo no momento é muito grande, tendo em vista que ele precisa fazer o ouvinte entender os fatos apenas ouvindo, sendo que os acontecimentos são extremamente rápidos e duram curtos segundos.

A proximidade do ouvinte é uma característica de linguagem que permite uma aproximação direta da narrativa radiofônica do universo imaginário e pessoal do ouvinte, sendo útil e fiel na sua participação diária, o mantimento mantém uma atenção ao ouvinte chegando a um tom tom coloquial e amigo tornando o diálogo de massa uma comunicação única entre o apresentador e o ouvinte.

E agora é necessário conhecer algumas das lendas da narração no rádio.

FIORI GIGLIOTTI (1928)

“Abrem-se como cortinas e começa o espetáculo” — Fiori Gigliotti

Fiori nasceu em Barra Bonita, São Paulo, em 1928. Inspirou mais de uma dezena de narradores. Narrou dez Copas do Mundo. Celebrizou frases como "Abrem-se como cortinas e começa o espetáculo", "E o tempo passa ..." "Agüenta coração!", "Crepúsculo de jogo" e "Torcida brasileira". Morreu em São Paulo no dia 8 de junho de 2006.

OSMAR SANTOS (1949)

Osmar Santos | Rádio Globo

Osmar Santos nasceu em Osvaldo Cruz, em 1949. Formado em Educação Física, Administração e Direito, Osmar Santos, trabalhou como locutor esportivo nas rádios Jovem Pan, Record e Globo onde continua contratado, mas sem narrar mais como parte do grave acidente de automóvel que sofreu em 1994 e que afetou sua fala, que era seu dom.

HAROLDO DE SOUZA (1944)

“Adivinheeee!” — Haroldo de Souza

Haroldo de Souza nasceu em 1944, locutor esportivo e político brasileiro. Entre seus bordões famosos, estão: "Bandeiras tremulando, tremulando, tremulando, torcedor do Brasil!"; "Adivinheeee!" E "É gente que se liga na gente". Como radialista, iniciou uma carreira no começo da década de 1960. Transferência para a Rádio Itatiaia de Belo Horizonte, onde está a venda da Copa do Mundo de 1970, no México. Durante uma cópia, em 1974, a proposta para trabalhar no Rio Grande do Sul, sendo contratado pela Rádio Gaúcha, onde permaneceu por 17 anos. Na emissora, em todas as Copas desde 1978 a 1990. Em 1991 transferiu-se para uma Rádio Guaíba, onde esteve até 2010. Não há nada como um Guaíba, assinando contrato com uma Rádio Bandeirantes. Em outubro de 2012 após uma campanha política para vereador na qualidade não conseguiu se reeleger, Haroldo é dispensado pela banda RS. Hoje Haroldo narra na Rádio Grenal da Rede Pampa de Comunicação.

Na TV os sentidos usados ​​são uma audição e uma visão. A narração tem, assim como rádio, entonação, os "jargões" ea habilidade de narração. Porém, de certa forma diferente, para o público está vendo o que está acontecendo no momento e desta forma, uma compreensão dos fatos e lanças se torna mais prática.

A TV é um meio bastante completo, pois reúne imagem, som, cor e movimento. — Pedro Márcio Theverson Rodrigues

Optando por esta mídia, o anunciante pode revelar melhor como características do seu produto. Além disto, uma TV trabalha bem com o lado direito do cérebro do telespectador, estimulando-o emocionalmente.

Confira agora alguns dos melhores narradores de TV do Brasil atualmente.

GALVÃO BUENO (GLOBO)

Muita gente vai virar uma cara para esse nome. Ele deixa de ser unanimidade faz tempo. Contudo, o cara ainda é citado como inspirado por uma maioria dos narradores um pouco mais jovens. Antipatia e desinformação na parte, ele marcou como o principal narrador brasileiro e criou frases que usamos diariamente no nosso cotidiano, tais como: "Haja coração!"; "Olha o que ele fez, olha o que ele fez!" E "Pode isso, Arnaldo?".

Galvão Bueno | Rede Globo

MILTON LEITE (SPORTV)

Esse é garantia de muitas risadas durante como partidas de futebol. Além do não jogo com o jogo do jogo (nomes dos jogadores, técnico, eventos da partida) ainda tem um arsenal enorme de jargões e piadas espontâneas para quebrar o clima tenso do jogo. O mais famoso deles é o "Que fase", usado quando um momento ou um caso atravessa um momento mal.

Milton Leite | Sport TV

LUIZ CARLOS JR. (SPORTV)

É considerado hoje o número do narrador 1 do canal SporTV. Mesmo com seu nome intimamente ligado ao futebol e mais precisamente aos clubes do Rio de Janeiro, é o nome certo nas coberturas de Olímpiadas. É reconhecido por estar sempre feliz e jogar jogos com uma empolgação de uma final de campeonato.

Luis Carlos Jr. | Sport TV

LUIZ ROBERTO (GLOBO)

Ocupa hoje o lugar que foi durante muito tempo de Galvão Bueno. É o número 1 das transmissões esportivas da Rede Globo. Normalmente cuida da praça dos clubes do Rio de Janeiro, mas é comum vê-lo na F1 e em finais do vôlei e do basquete. Durante uma Copa do Mundo de 2014 alegrou a todas as pessoas da terra com o "maravilhoso" comentário: "Esses negros maravilhosos".

Luiz Roberto | Rede Globo

Nota! De acordo com a pesquisa feita pelo site UOL em 2015, Milton Leite (SporTV) foi eleito o melhor narrador de futebol do Brasil com 27,78% de votos.

Confira agora COMO É FEITA UMA ESPORTIVA NA TV.

Para levar o jogo do seu tempo para sua casa, como emissoras de TV montam uma verdadeira operação de guerra, que envolve mais de cem pessoas. De 10 a 20 câmeras são usadas de acordo com o jogo. Há câmeras fixas, como sobre gruas atrás do gol, e como móveis. Numa sala exclusiva, posicionada perto das arquibancadas, ficam o narrador e os comentaristas. Essa cabine, com monitores de TV e microfones, é isolada acusticamente.

Dois repórteres trabalhham no campo, um olho em cada vez. Eles usam microfones sem fio para se movimentar com rapidez e são acompanhados por um cinegrafista. Como câmeras e toda a parafernália eletrônica da cabine são ligadas a um caminhão da emissora, estacionado para o estádio, por fios de até 300 metros de comprimento. Até 20 pessoas trabalham na unidade móvel. Tudo o que é captado por câmeras e microfones vai para lá. Ali como imagens são selecionadas e preparadas para replays.

Só uma imagem por vez pode ser enviada para emissora pela antena do caminhão. Para mostrar duas coisas ao mesmo tempo, uma emissora precisa de dois caminhões. O caminhão transmite como imagens do jogo por sinais de microondas, que viajam até um satélite a 36 mil milhas de altitude! O satélite então "rebate" o sinal para uma emissora. No prédio da emissora, uma antena capta o sinal do satélite. Como microondas são decodificadas em sinal de TV, que são enviadas para uma sala onde uma imagem é pós-produzida

Na emissora, o centro de tudo é uma sala de mudar, aparelho que "mixa" o que vai para nossa casa. Na hora do intervalo, por exemplo, alternar uma imagem do estádio com outras produções nos estúdios ou fitas de vídeo. Na sala do switcher são inseridos em GCs, como palavras que apareçam na tela informando o placar e como substituições por exemplo. Tudo é pré-programado, e uma pessoa atualizada como estatísticas, enquanto outro como publicar na tela. Toda uma operação sem switcher é organizada por um coordenador, que, usando um ponto eletrônico, fala com 15 pessoas ao mesmo tempo. Fora como que na sala com ele!

Faça o switcher, uma imagem codificada em sinal de VHF e transmitida pela mesma antena que receba o sinal do satélite. No entanto, não há comentários sobre este lugar.

Confira esse vídeo com o humorista Marcelo Adnet que mostra de forma engraçada essa diferença.

Marcel Adnet foi exibido de acordo com uma notoriedade de narração entre o rádio e TV
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