Uma imagem, vale mais do que mil palavras

Por Caroline Mognol e Felipe Valgoi

Um fotógrafo, quando faz uma foto, usa os olhos, a alma, o coração e a emoção, e só depois ele usa o dedo. Com apenas um clique, ele conta uma história, relata um momento e faz com que vários sentimentos sejam congelados em uma imagem por muitos anos.

Um profissional precisa dominar o uso de máquinas, lentes e filmes, bem como as técnicas de revelação, ampliação e tratamento de imagens analógicas e digitais. Domina técnicas de iluminação e enquadramento, de modo a captar a melhor imagem possível do objeto fotografado, de uma pessoa ou paisagem. Seu trabalho pode ter cunho jornalístico, documental ou comercial. É possível atuar em jornais, revistas, sites, emissoras de TV, no cinema, em agências de publicidade ou como autônomo.

Há apenas dois bacharelados no país, oferecidos pelo Senac-SP e Aeso, em Olinda (PE). Ambos dão ênfase à fotografa digital, sem abandonar o estudo dos processos analógico e fotoquímico, com uma boa base humanística e teórica. O aluno conhece as principais teorias e técnicas de diferentes tipos de fotografa, como retrato, moda e fotojornalismo. Aprende, ainda, gestão de acervo e crítica fotográfica. O estágio não é obrigatório, porém é preciso apresentar um trabalho de conclusão do curso.

A acadêmica do curso de comunicação social com habilitação em jornalismo, Suelen Oliveira, fala um pouco sobre sua paixão pela fotografia e o fotojornalismo.

Em vídeo ela destaca como surgiu seu interesse sobre as fotos e sua busca pela profissão.

“Fotografar não é só apertar um botão, e sim, você estar sentindo o momento e aproximar a foto que você esta fazendo com a realidade que você está vendo com seus próprios olhos” afirmou Suelen.
Suelen Oliveira | Acadêmica de Jornalismo (2017)