(Admito meu medo)

Não sei o que me sucede, quero fugir da minha rotina para não lembrar quem sou. Tudo isso decorrente do fato de ter medo do que ela achou que me tornei, mas foi tudo jogo para ela não descobrir que a mesma pessoa a quem deixou ainda existe e espera por utopia, voltar a tê-la.
 Adimitir que estou com medo me faz sentir fraqueza, então eu sumo, fujo, sei lá o que mais faço para não pensar o que estou tentando esconder de mim. Me finjo tão bem que chego a acreditar não ser frágil, mas sou. As palavras são as minhas amigas na hora do desabafo, por fim admito: " Eu ainda à amo."

Firmo

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