Não falta nada.

No segundo em que as palavras se ausentaram, ele se fez presente…

O grande amor preencheu tudo!

Os vácuos deixados pelo tempo, pelo que não foi dito, pela saudade e pela incerteza se haveria outro amanhã para nós.

O amor moveu tudo!

Moveu minhas atitudes (firmes e decididas, pela primeira vez), os teus passos (também pela primeira vez despidos de orgulho) e moveu esse momento.

Uma única certeza invadiu meu peito junto com o teu abraço: o amor é coisa rara.

Te amar é pérola negra, é diamante… É encaixe perfeito, sintonia e encontro. É algo pra uma vez na vida, e é para os que tiverem a sorte! Nossa sorte…

Foi aí que eu enxerguei nitidamente: Eu não era metade… Por isso você não me completava…

Você me transbordava… e ainda transborda!

Então cada uma das coisas, que antes eu acreditava serem ordinárias, ganhou profundidade e o devido valor.

Sem o véu tolo e infantil das fantasias o teu amor ali, servido cru, era TUDO!

Não precisava de mais nada além daqueles momentos, olhares, sentimentos. Daquela cadência respiratória, do calor aconchegante de um abraço no qual eu coube, sempre coube, tão bem!

Por fim, apertei-me uma ou duas vezes pra ter certeza de que não era mais um dos meus sonhos ou dos seus…

Não era.

Era amor… era você. Era vida!

Não falta nada.

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