Tchau, casinha!

Hoje fechei pela última vez a casa onde morei por quatro anos. A primeira casa que morei “sozinha”, assim, entre aspas, já que quando entrei nela pela primeira vez, já tinha um serzinho morando em mim.

Cheguei ali sem nada. Ocupei os pequenos cômodos vazios com bastante expectativa e muito medo. Aos poucos, foram chegando os móveis e bastante criatividade pra fazer muitas gambiarras, que anda de braços dados com a falta de grana.

Ali, cresci, diminuí, chorei, ri, quebrei em mil pedacinhos e juntei os cacos, amei e desamei.

É o fim de um ciclo. Sou grata por cada momento, bom e ruim. Fácil ou difícil. Cada marca faz parte de quem sou hoje.

Certamente sou maior que ontem e menor que amanhã.