Lutar é resistir

Decidi homenagear o Dia Internacional das Mulheres Indígenas, comemorado oficialmente no dia 05 de setembro, para publicar aqui o meu primeiro texto no Medium.
Destaco aqui as minhas fotos feitas na noite do dia 03 de setembro, durante a Marcha das Mulheres Indígenas que fechou o 1º Encontro Estadual de Mulheres Indígenas “Lutar é Resistir”, realizado entre os dias 01 a 03 de setembro na terra dos Guarani do Jaraguá, em São Paulo, com a presença dos povos Mapuches da Argentina, Aymara da Bolívia, além de refugiadas da Palestina, Síria e África do Sul.

A candidata a vice-presidenta Sonia Guajajara, na chapa do PSOL com Guilherme Boulos, esteve presente na marcha. Ela destacou a luta das mulheres indígenas que estão há 518 anos na linha de frente na resistência para defender os direitos e a vida das mulheres no Brasil. “É importante que a gente esteja ocupando os espaços de poder, além de nossa resistência”.

O grupo seguiu em marcha pelas ruas do Centro da capital paulista, com a participação do bloco afro Ilú Oba de Min, para dar visibilidade às reivindicações definidas durante os três dias do encontro, com demandas de abrangências políticas, cultural, social, ambiental, de saúde, educação, costumes e tradições, além da falta do reconhecimento do direito às terras e da dignidade, a moradia e sustentabilidade dos povos originários.

São demandas relacionadas as dificuldades que estas mulheres enfrentam nas comunidades em seu dia-a-dia. Como as mulheres indígenas declararam: “Somos a resistência viva de diversas etnias”.











