Época de ocupação nos colégios estaduais: Raízes e Privada.

É o estopim.
Até o mar diz que é o fim.
Os medrosos se desesperam,
Os ignorantes nem desconfiam,
E os malandros querem fugir.
Mas para onde ir?
Estamos cercados, é uma emboscada!
Deixaram que seguíssemos nesta estrada esburacada.
Tarde demais,
A ponte já foi derrubada…
Não pela natureza que chora,
Mas pela autoridade incompetente mascarada, superfaturada.
Não fechem os olhos,
Não atem as mãos,
A reconstrução está em nós!
Eles fecham o caminho
E nós fazemos a trilha,
Ocupando cada fibra
A cada amanhecer!
Podem nos dizer, tentar nos obrigar a ir embora,
Que nos fincaremos mais,
Até que nossas raízes cresçam
Entranhando-se umas as outras
E não será mais possível arrancá-las!
Rede privada:
Privada de vida,
Privada de alma,
Privada de beleza,
Que priva o povo
Dando os recursos para a “realeza”
Mesquinha.
Acha que tem o mundo só pelo dinheiro,
Que usa a privada
Mas vive atormentada pela sua bosta a esmo.
Que do egoísmo faz seu escudo
E da soberba sua arma,
A usando só no escuro
Pois não tem coragem de dar a cara a tapa.
E agindo friamente, fingindo que não foi com ela,
Quando o povo, ao saber de onde vem sua desgraça,
A chama para lutar, a conhecida luta de classes.
Que acontece, mas é abafada lá na frente,
Para a próxima geração do povo não saber que é potente
O suficiente
Para acabar com as serpentes,
Que a nós, nos deixa veneno,
Mas a elas o perigo
De mais uma revolução ardente.
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