Um professor pediu para que os alunos respondessem à questão “Quem sou eu?”

Eis que estou entre tais alunos.

Eu sou liquido. Sou plástico. Sou camaleão. Sou tudo e nada. Sou o que sou. Ou não. Ser, essência, está longe de mim. Porque ontem eu era ela e hoje sou aquela que não fui. Amanhã, não sei, mas se aqui ou lá estiver parte de mim, haverá de haver um quê do ser, mesmo já sendo um outro eu. O que eu fui não existe. Nem o que serei, caso assim for. Eu sou o que você lê. Eu sou o que você vê. Agora. E para finalizar: eu não sei o que sou e nem se sou.

Prazer, mim.

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