Dois temas em um só: Feminismo e Ansiedade

Enfim, não sou muito de escrever quando se passam das 6:00.- Mas entendo, porque não deu muito tempo de escrever hoje. — Dormi às 17:46 e só acordei para jantar e dormi de novo. — Acordei, já eram 4:38.

Mas pelo menos, descansei um pouco. — O que me doeu, é que minha mãe, não me acordou pra assistir ‘’Os Dias Eram Assim’’. — Mas acho, que é porque, a série está chata e só passa sexo.

Mas enfim, acordei, e minha ansiedade disse: ‘’Você vai ficar mongo igual ao PC Siqueira, porque nunca andou de skate e nem fez um racha’’.

Eu nunca andei de skate, pois eu, nunca consegui andar. — Já tentei três vezes, na infância. — Tá certo, o Leozinho, o Vini, o Tomasi e a Franciele andam de skate e, pode ser que isso seja uma das minhas frustrações: ‘’Não ter sabido andar de skate’’. — E aliás, hoje, eu nem posso: Fiz duas cirurgias de tendão e tenho um pino no joelho. — Se eu andar e cair, fico paraplégico.

Em relação a racha, eu nem sei dirigir pra participar de rachas. — Não é nem questão de eu ter medo da morte. — Pois, não tenho.

Foi por pensar nesse mongo do PC Siqueira, que minha cabeça pifou no domingo e acabei me cortando, depois de um ano e oito meses sem ter recaídas. — Não sei, porquê a minha cabeça, só pensa no PC, como exemplo de nerd mongo e babaca. — Existem vários no mundo. — Até piores.

O que deve me doer no PC, é que ele é um nerd que se acha descolado. — Deve ser por isso, minha revolta contra ele!

Eu nunca fui nerd. — Nunca gostei de Space Invaders, Comandos em Ação, Star Wars e eu, não tenho espinhas, nem voz de mongoloide, não sou lerdo, não tenho medo de mulher e nem sou bom em exatas.

O PC, pode transar com quem ele quiser, pode fumar quantos boings ele quiser, que ele não vai ser popular. — Ser popular é questão de ter a cabeça ligeira, brigar até quando apanha ou, corre risco do mesmo. — Não correr com a namorada para o Inferno Club.

Enfim, eu estou torcendo para que as marcas dos cortes sumam logo para que minha mãe não as veja. — Não vou me cortar, novamente!

A única de mongo que eu fazia, não faço mais: É fazer declaração no Facebook para meus amigos. — Sendo que metade deles, não são meus amigos. — E outros, só conversei no Facebook.

As únicas pessoas que me declarei, que são minhas amigas, é o Vinicius Lucas, a Marina Dall’Acqua e o Rasta. — De resto, não.

A Daniela Galhardo, foi minha professora de português. — Da 6ª Série até a 8ª.

E ser professora, ainda mais, com 20 anos de diferença para mim. — Não é ser amiga. — É ser minha professora, só.

Me considerar amigo da professora Daniela, é como se considerar amigo de um burguês capitalista. — Porque, por mais que ele diz, que não tem rabo preso com a empresa, ele continua trabalhando nela.

A professora Daniela, ainda é pior. — Porque ela é prima da ‘’Diretora da empresa’’. — Que no caso, é um colégio militar.

E a gente ainda têm muitas diferenças. — Se o colégio poderia fazer o papel, de fazer a gestão sentimental do aluno, faltou atenção dela para comigo. — Mas eu, gosto dela apesar de ela ter ‘’seus alunos favoritos’’ e eu, não ser um deles.

Só acho, que eu deveria ter tomado um pouco mais de cuidado ao desabafar algumas coisas que desabafei com ela. — Até porque, ela é como uma burguesa capitalista: ‘’Não tenho rabo preso, mas continuo me alimentando do sistema’’.

Já no caso, da Má, do Rasta e do Vini, eles continuam sendo meus amigos. — Porém, eu tenho que sempre cuidar das minhas inseguranças e das minhas dores, sozinho. — Eles não estão aqui para me ajudar. — E nem tem obrigação.

Mas ter essas pessoas como minhas amigas, deixa minha mente mais aliviada. — Pois eles, não são mongoloides. — São descolados!

Pra começar, eu preciso pedir perdão para a Franciele e para a clara averbuck por algumas coisas que eu disse, sobre ‘’ser feminista’’. — Por quê quis trazer esse assunto à tona? Eis a questão.

Por causa desse post aqui:

O quê o Eduardo Bolsonaro disse no Twitter, eu já disse em alguns posts meus. — Até que o Vinicius Lucas, me disse isso:

‘’Vitão, Relacionamento Aberto, libertinagem e traição, é questão de falta de caráter e não de ideologia’’.

Enfim, e ainda bem, que o Vinicius me disse isso, pois eu, não quero ser, um ser nojento como o Eduardo Bolsonaro.

E eu, questionar a gestão comportamental das feministas, nunca foi uma questão política. — Até porque, eu sou de esquerda. — Mas sim, de ingenuidade e também, pelo mesmo caso do Eduardo: ‘’Ego e coração feridos’’

Quando eu levei um fora da mulher que eu amava, ela já era libertária desde aquela época, porém, em 2007\2008\2009\2010, não se falava tanto do movimento feminista como se fala hoje.

E o fato de ela além de me dado um fora, ter me chamado de ‘’gentinha’’ por morar na rua debaixo do Jardim Robrú e depois, ter casado e estar namorando, com um cara periférico, me machucou muito.

OBS: Apesar de morar nessa rua, não sou periférico.

Então, apesar de ser à favor das causas feministas, eu sempre questionava o comportamento delas, por puro ego ferido e coração machucado.

E depois que o Vini me disse isso, eu comecei a refletir sobre o que eu digo e, sobre minhas atitudes.

Até perguntei pra minha mãe, se ela tem vontade de namorar, novamente. — No qual, ela me disse, não. — E vou perguntar, se ela quer mesmo fazer uma tattoo. — Até porque, eu não posso gerenciar o corpo de ninguém.

E no caso da menina, quando me sinto inferior e com a cabeça pifando, eu me corto. — Mas não é pra ninguém fazer isso. — Lembre do que foi bom e reavalie suas atitudes quando você se sentir assim, tá bom?

Já no caso, do Eduardo Bolsonaro, velho… — Se joga de um prédio. Você é uma escória.