Grades mentais (10–06–2013)

Através das grades do pensamento
Vislumbrando infinitas possibilidades
Esfarrapado em meio a ratos
Sonha com pequenas futilidades

Preso em sua mente em frangalhos
Como já permanece a eras
Nem se esforça mais para escapar
Da rotina de sempre ser quem era

Enquanto o fiapo de luz se extingue
Levando o restante da sanidade temporária
O sorriso imbecil se alarga
Pois a ignorância é sua dadiva

Já na completa escuridão
Com dedos roídos por ratos
E um sorriso de orelha a orelha
Deita a cabeça e descansa

Pois amanhã é um novo dia para não vive

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