Aprendendo com os challenges. (Ou a retrospectiva da Sprint)

Hora de olhar para trás e aprender com os erros e acertos. Da mesma forma que no desenvolvimento ágil de software, no fim de cada sprint existe uma análise sobre tudo o que foi feito. Atitudes e decisões são julgadas, e delas, conhecimento é extraído sobre a experiencia, com o objetivo de potencializar os futuros trabalhos. Sinto que quando esse tipo de experiencia é documentada, a capacidade de absorção do conhecimento aumenta.

Essa análise é destinada aos challenges vividos durante o ano e está separada em 3 pontos principais.

1 — O que fiz certo?

2 — O que fiz errado?

3 — Como posso melhorar nos proximos challenges?

Para a primeira questão pode ser respondida com o que eu oferecia de melhor para minhas equipes. Temas e discussões construtivas, roteiros de trabalho e propostas para resolução de problemas em equipe.

A segunda questão considero a mais facil entre elas. Isso porque estou sempre julgando minhas atitudes, e pessoalmente reconheço meus erros como as situações mais marcantes. Não por arrependimento, mas por curiosidade em saber o que teria acontecido se fosse diferente. De qualquer forma, o erro que eu percebo mais recorrente é a inversão de prioridades. Quando seleciono minhas prioridades de forma errada, meus trabalhos tendem a perder consistência. Eu tendo a focar no todo sem me preocupar com as características essenciais, tratando como prioridade unica. Considero esse como um problema grave e que deve ser corrigido com urgência. Considero definição de prioridades uma coisa importante.

Essa questão foi respondida com as questões anteriores. A receita é simples: Adicione acertos e minimize erros. Acredito que seja por isso que as questões estão nessa ordem. É assim que as experiencias funcionam. Apesar de pensar sobre as questões anteriores, considero dificil identificar os acertos. Diferentemente dos erros, eles não trazem consequências explicitas (como um problema para ser resolvido). A rotina é feita de acertos, e é dificil dizer o que faz a rotina ser como é. Mas se a rotina é desviada, a anomalia que gerou esse desvio é facilmente identificada, por fugir do padrão de ações de quem vive a rotina.

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