Startups: Use o Quadro de Validação e evite desperdícios.

Figura 1: Modelo do Quadro de Validação
  • Zoom-in pivot. Neste caso, o que anteriormente foi considerado uma única parte ou característica de um produto torna-se todo o produto. Isso significa desenvolver um MVP com aquela parte ou característica e realizar entregas rápidas e eficientes.
  • Zoom out-pivot. Às vezes, um único recurso é insuficiente para suportar um conjunto de clientes. Neste tipo de pivotamento, o que foi considerado a totalidade do produto torna-se uma única característica de um produto muito maior.
  • Pivotar Segmento de Clientes. Seu produto pode atrair clientes reais, mas não os da visão original. Em outras palavras, ele resolve um problema real, mas precisa ser posicionado em um segmento de clientes para qual seu produto está mais aderente.
  • Pivotar o Que o Cliente Precisa. O feedback do cliente inicial pode indicar que sua solução não é o que ele precisa ou que o próprio não está disposto a usar ou pagar por ela. Isso significa mudar o posicionamento estratégico do seu produto ou um produto completamente novo para encontrar um problema que vale a pena resolver.
  • Pivotar Arquitetura de Negócios. Existem duas arquiteturas de negócios principais: Alta margem, Volume baixo (modelo de sistemas complexos), ou Baixa margem, Alto volume (modelo de operações volume). Não é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
  • Pivotar Modelo de Receita. Refere-se à monetização ou modelo de receita. Mudanças na forma de gerar receita podem ser um dos fatores de sucesso de uma startup. Nem sempre há problema com o produto desenvolvido e a solução proposta, as vezes o problema pode ser a forma que o usuário está sendo cobrado pelo uso do produto/serviço oferecido pela startup.
  • Pivotar Tecnologia. Às vezes, uma startup descobre uma maneira de conseguir a mesma solução, usando uma tecnologia completamente diferente. Isso é relevante se a nova tecnologia pode oferecer um melhor preço e/ou desempenho para melhorar o grau de competitividade da startup no mercado em que ela atua.
Figura 2: Track Pivots, parte de cima do quadro
  • Exploração
  • Pitch
  • Concierge
Figura 3. Parte de Experimentos do Quadro
Figura 4: Histórico das Validações
  1. RIES, Creating the Lean Startup. 2011. Disponível em: <http://www.inc.com/magazine/201110/eric-ries-usability-testing-product-development.html>.
  2. PACHECO, A. C. Startups: modelo de negócio em alta no Brasil expande mercado para profissionais de TI. 2014. Disponível em: <http://www.techoje.com.br/site/techoje/categoria/detalhe-artigo/1789>.
  3. GITAHY, O que é uma startup? 2010. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/pme/noticias/o-que-e-uma-startup/>.
  4. EMPREGOS em startups brasileiras aumentam 23%. Disponível em: <http://corporate.canaltech.com.br/noticia/startups/Empregos-em-startups-brasileiras-aumentam-23/>.
  5. LEAN Startup Machine: The Validation Board. 2014. Disponível em: <https://www.leanstartupmachine.com/validationboard/>.
  6. RIES, E. Startup Lessons Learned — What is startup. 2010. Disponível em: <http://www.startuplessonslearned.com/2010/06/what-is-startup.html>.
  7. VENTURE ONE. Pivotar. 2014. Disponível em <http://www.ventureone.com.br/pivotar/>

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Vinicius Bittencourt

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