sem titulo (11/2017)

não quero ver meu rosto

cercado de tantas bagunças

furdúncios

balbúrdias

me largando ao sono seco do meio-dia


quero ver o seu rosto

que de torto

lembra minhas ideias

tortas, íngremes

fora do lugar

que me largam ao sono frio das onze

e mostram-lhe um caminhar


ora

mas que pecado deve ser

fechar os seus olhos

antes de anoitecer

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