Boca a boca

Minha primeira iniciativa de virar patrão foi em sociedade, com um colega de trabalho. Críamos a FLUXO COMUNICAÇÃO, uma “suposta” agência que durou 4 meses. No momento não vou entrar nos detalhes por que não deu certo, mas o fato foi este.

A segunda foi quando casei e saí da última agência que trabalhei. Resolvi tentar a vida homeoffice, me aventurando no mundo como freelancer. Quando recebi a última parcela do seguro desemprego me deparei com uma verdade, já conhecida, eu não sei vender.

Foi diante desta realidade que parti para minha terceira tentativa comp empreendedor. Fiz um curso de três meses de barbeiro, não queria abrir logo a minha própria barbearia. Minha ideia era trabalhar para alguém, adquiri experiência, e depois… bem depois ser proprietário de uma pequena barbearia.

É muito comum nesta área o sujeito trabalhar em um lugar, e em pouco sair, ir para outra barbearia ou até abrir a própria. Somando a isso o fato de que estou no Rio Grande do Sul, terra que amo, mas to pra ver povo mais desconfiado.

Não teve jeito, precisei empreender. Terminei a Identidade Visual da barbearia as 45 min do segundo tempo. Voltei para minha cidade natal, em uma breve avaliação de mercado, São Sebastião do Caí uma cidade do interior poderia ser mais generoso do que São Leopoldo ou Novo Hamburgo, cidades da região metropolitana.

O primeiro material foi um flyer também feito “meio corrido”. Eu mesmo me encarreguei de entregar nas casas. Fora isso fiz alguns anúncios patrocinados no Facebook.

Mês a mês a minha clientela vem aumentando, incluindo clientes de cidades vizinhas e de outras barbearias e salões mais antigos do Caí. O que funcionou para o bom andamento, divulgação, do meu negócio? O boca a boca.

Resolvi compartilhar isso por ver o quanto temos nos preocupados com andar da comunicação – via internet.

Eu sei que preciso guardar as proporções, mas é preciso ficar atento para a eficiência da boa e velha indicação, fruto da satisfação.