Comeram da farofa, lamberam os beiço, mas não sabiam quais eram os ingredientes. E quando descobrirem vão cuspir no prato.

Você já escreveu algo que rendeu um “bom” feedback nas redes sociais? Mas analisando as pessoas que “gostaram” do conteúdo, percebeu falta de coerência entre a mensagem e elas?

Estava naquela fase intermediária — dormindo e realmente acordado .

Quando vi publicações, de algumas pessoas, referente a um mesmo evento, e com isso em meio a alongamentos, bocejos e remelas, surge um trocadilho: “É… vento que sopra.”.

Tentei brincar com evento e é vento.

Depois, pensando sobre coisas que funcionam com vento, bingo: “Moinho que gira.”. E o que ele produz? Farinha.

Um segundo trocadilho surge, este com um tom mais agressivo. Sabe a expressão “é tudo farinha do mesmo saco”? Era mais ou menos isso que pretendia dizer com “pega o saco que é tudo farinha”.

Antes de publicar, refleti sobre quem eu tinha em mente, e não são todos farinha do mesmo saco — justiça seja dita. Mas que estão puxando o saco, isso estão.

É… vento que sopra.
Moinho que gira. 
Puxa o saco, 
que é tudo farinha.

Mas no fim das contas, todos pensaram que eu estava falando de política. E na verdade era sobre um evento gospel.