Artículo: Adendo a Gotthold Ephraim Lessing sobre o Ut Pictura Poiesis de Quinto Horacio Flaco

Resumo:

A partir da frase ut pictura poiesis, reflito sobre a comparação que Gotthold faz em seu Laocoonte, e chego numa máxima onicronovalente.

Abstract: From the sentence ut pictura poiesis, I reflect about the comparison that Gotthold makes in his Laocoonte, coming to a new, onichronovalid maxim.

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Aqui estou fazendo uma aproximação entre a pictura e a poiesis. Ambas se recebem através dos sentidos, porém a pintura é mais forte nisso. No entanto, a poesia pode evocar o que chegou através dos sentidos, gerando imagens.

A poesia é sensorial como a pintura pois o logos é sensorial. A poesia é tangível como a pintura, ressalta-se quando crítica. A pintura pode vir do intangível, assim como a poesia, mas esse intangível é controlado por uma mente, ou seja, é praticamente tangível, mesmo que o habilis controlador não o faça através das mãos mas através da mente, do lobo frontal integrando memória e ativando as células visuais (?), ou seja, diferentes áreas cerebrais trabalhando juntamente por meio da vontade. Ambas, pintura e poesia, podem ser contempladas e também podem evocar elementos argumentativos. Não podemos esquecer que, na transmodernidade, ambas passam a dialogar, dada uma relação interartística crescente. A poesia visual é um exemplo dessa relação. Por isso, uma nova máxima é necessária, não ut pictura poiesis, ou outras possíveis, mas uma que abarque a todas as artes: ut antropi, ars.

Com isso supero a mim mesmo. Pois se um dia disse à Flávio Viegas Amoreira, ars antropi est, agora sei que não somos ars, não ars de nós mesmos, mas que “nossa arte é assim como somos”.

Referências:

Wikipedia. (s.d.). Acesso em 30 de 01 de 2016, disponível em Wikipedia: https://es.wikipedia.org/wiki/Ut_pictura_poesis

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