Arquitetura kubernetes — Parte II

Na ultima publicação, falamos sobre Pods. Entender Oque eles são e como eles trabalham é algo relativamente simples para aqueles que conhecem Docker, uma vez que são apenas uma abstração para os Containers.
A boa notícia é que os Volumes seguem esta mesma linha, toda via, enquanto os volumes do docker são mais livres, no k8s as coisas são um pouco mais rígidas(ou gerenciadas, como diz a documentação). Os volumes são entidades completamente independentes dos Pods e por tanto, não sofrem qualquer tipo de alteração quando um Pod nasce ou morre. Esse comportamento é oque dá ao volume a segurança necessária para armazenar informações e arquivos.
Exitem muitos tipos de volumes no Kubernetes. Os que mais vi são:
- ConfigMaps
- NFS
- PersistenVolumeClains
- GlusterFS
Sendo que, em minha opinião, para informações o ideal é sempre trabalhar com ConfigMaps e para arquivos persistentes, GlusterFS.
Diferente dos textos anteriores, desta vez não teremos aplicações práticas, pois o uso de volumes varia muito de acordo com a aplicação. Em futuras publicações, quando realizarmos deploy de serviços completos, voltarei a fazer referência a este texto e entrarei em pormenores.
Lembrando que se desejar entrar a fundo em algum ponto sitado, a documentação está aqui, onde tudo que citei acima é abordado com muito mais detalhes.
