Morte ao politicamente correto

Me dói ver influenciadores, intelectuais, programas de humor, amigos e pessoas que eu admiro se renderem às falácias e atitudes do politicamente correto. Cair no discurso desse falso moralismo com a justificativa de que “o mundo mudou” é deprimente. Se o mundo mudou, isso está formando uma geração de vítimas. É o câncer da sociedade. Doutrinar como você deve falar, agir, pensar e opinar é uma das metas dessa patrulha ideológica. O patrulhamento cria tabus, falsas indignações e dissemina o ódio pelos indivíduos. É o braço de uma ideologia que já cansamos de saber que é falha. Percebe-se a gravidade da ditadura do politicamente correto quando ela tenta se sobrepor à educação doméstica. Se o Estado adota tal postura, transformando tudo isso em leis ou normas, torna-se uma ferramenta de censura descarada ao ceifar a liberdade de expressão. Isso não é uma etiqueta de responsabilidade social para não magoar as minorias ou neutralizar a linguagem, mas apenas uma medida para condenar pessoas contrárias à ideologia dessa militância e blindar os que pertencem à ela. Acha que tudo isso é besteira? É só analisar:
- O ator Zé de Abreu cuspiu duas vezes no rosto de uma mulher porque o marido dela discutiu com ele;
- Lula falou em “mulheres do grelo duro”;
- Murilo Cleto, colunista, agrediu a ex-noiva;
- O deputado Jean Wyllys chamou uma deputada evangélica de “tacanha, limitada e burra”;
- Ex-esposa de Marcelo Freixo o acusa de machismo;
Houve silêncio em todos os casos citados e em muitos outros. A patrulha não interviu e não se comportou do jeito que se comportaria se os atores dos episódios não fossem do mesmo lado ideológico. É uma indignação perigosa, seletiva e o pior: forma uma sociedade medrosa e vitimista. Morte ao politicamente correto!
