Qualquer dia desses você vai me olhar e dizer: “sim”.

(poema sem métrica — 24/11/16 — no ônibus)

Pule no meu oceano e 
Desce, desce até o fim…
Sem pressão, empuxo ou qualquer dano,
Siga o meu canto, doce e sublime…

Deixe eu inundar cada pedaço do seu pensamento.
Nascente, filete, riacho…
Provocar uma mudança, porque eu vim onda com o velho vento.
Sou desses filhotes alegrinhos, os curiosos pra diacho.

Sussurro suave para que se entregue ao turbilhão e,
Indico o caminho do trampolim.

Confio que qualquer dia desses você vai me olhar e dizer: “sim”.

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