Um pedaço do Japão no Brasil

Fotorreportagem por Natasha Teshima, Victória Santana e Vitória Dias.

O Japan House é um projeto do governo japonês, com investimento total de R$ 100 milhões, que terá filiais em cidades como São Paulo, Londres e Los Angeles. O centro cultural, localizado no número 52 da avenida paulista, irá trazer o que há de mais moderno em arte, gastronomia, design, tecnologia e negócios do Japão.

A estrutura moderna da entrada da Japan House, feita com madeira de hinoki, foi inspirada pelo Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera.

A mostra Bambu — Histórias de um Japão, que ficará em cartaz até 9 de julho, é composta por diversas obras que falam sobre a presença e importância do bambu na cultura japonesa. 

Numa sala que imita uma floresta de bambu os visitantes podem se deitar para assistir um pedaço do “Conto do Cortador de Bambu”, de Osao Takahata, que retrata a história da princesa Kaguya.

No primeiro andar temos um espaço para exposições, uma biblioteca, cafeteria e um pequeno jardim externo nos fundos. Ao longo dos ambientes existem enormes prateleiras que mostram objetos comuns da cultura japonesa.

A biblioteca possui quase 2.000 livros que são divididos em categorias. Você pode encontrar livros em português, japonês e inglês.

O Imi Café possui em seu cardápio doces especiais, salgados, matcha, cafés e chás. Os preços vão de R$5 a R$14.

No segundo andar encontramos lojas voltadas para produtos da arte japonesa, entre eles, lenços que podem ser transformados em bolsas e até mesmo embalagens.

Já o terceiro e último andar conta com o restaurante Junji Sakamoto que possui pratos típicos da culinária japonesa.

Para celebração da abertura da Japan House, dia 7 de Maio foi realizada uma orquestra no parque Ibirapuera, no auditório ao lado externo.

Foi uma noite de muita música clássica de várias culturas, teve desde cantores franceses até os japoneses, que eram a atração principal, com a presença dos grandes músicos japonêses Ryuichi Sakamoto e Jun Miyake.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.