queria saber de onde vez essa leveza toda

parece que dentro de mim corre um rio,

doce e calmo.

tudo canta

dentro de mim o doce leva os corpos que passam pela vida

eu ajudo-os na travessia

mantenho sempre calmos

e cientes de si

de todo amor doce que corre como um rio

essa leveza toda mata a minha sede

e lava a alma

na busca da tranquilidade.

o rio de mim é doce e calmo

e leva

coloca no eixo todo curso.

vez ou outra no caminho aparece

uma queda d’água

ai formo cachoeiras

com cantos mais altos

o curso muda

assusta

mostra força

mas não deixa de ser doce

o rio que corre em mim

é solúvel

líquido e calmo.

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