Antes de fechar meus olhos por hoje, entregando-me ao doce ninar da chuva, que é o ninar de Deus, escreverei sobre o filme “O quarto de Jack”. Assisti ao filme porque a atriz ganhou o Oscar e o pequeno ator é o novo queridinho de Hollywood. Nem sabia deste filme, não vi trilher, nada. Mas, não tinha aula hoje, meio em dúvida do que assistir, optei por ele. De cara já entendi que se tratava de uma pessoa que era forçada a estar ali e, por isso, tentava amenizar a situação para o filho. Bem, fiquei chocada com o fato de que o abusador mantinha relações com a criança do lado, trancada do armário.

É chocante saber que, durante sete anos, a personagem foi abusada pelo monstro, o qual mal conhecia o próprio filho. Nem possuía conhecimento da idade da criança.

Fiquei muito feliz quando Jack salvou a mãe.

Achei muito bom o fato de que a personagem Joy culpou a sua mãe pelo sofrimento, na medida em que foi a forma dela extravasar o sentimento de injustiça guardado por tanto tempo.

Bem, enfim, o filme é sensacional.

Não pretendo ler, no momento, o livro, por set muito focado à forma como a criança via os acontecimentos. Mas está na minha lista de leitura.

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