Sabemos como gerar valor para mercados de baixa renda

É a 8a razão porque receber investimento da Vox Capital

Quando falamos em fundos de investimento, espera-se que eles rendam dinheiro e tenham o menor risco possível. Será que, além disso, é possível apostar também em propósito e impacto social?

A Vox acredita que sim e, por isso, apresenta a clara intenção de trabalhar genuinamente com classes C e D. Em termos de impacto social, são essas as classes que realmente precisam de atenção e melhoria nas condições de vida. Isso é especialmente verdade quando falamos de serviços usualmente caros, mas que podem ser facilitados e tornados mais acessíveis por meio de iniciativas inovadoras.

Se pensarmos em saúde e educação, por exemplo, muitas das pessoas que dependem desses serviços não têm condições financeiras de pagarem pelo acesso privado a eles. Desta forma, precisam recorrer aos serviços públicos, muitas vezes sucateados. Cerca de 80% das pessoas acessam a saúde pública e 85%, a educação pública.

Isso significa que, na busca por gerar valor para mercados de baixa renda, a Vox não pode ter receio de fazê-lo por meio de inovação para o setor público. Dois exemplos de organizações que realizam esse trabalho em diálogo com o serviço público são o Instituto Tellus e o BrasilLAB, provando que é possível.

Entretanto, não basta boa vontade para que novos negócios sejam bem-sucedidos financeiramente e em termos de impacto social. Para garantir que as startups que recebem investimento tenham não apenas um objetivo claro, mas um mapa de como alcançá-lo, a Vox trabalha com o Workshop da Teoria da Mudança, uma metodologia dedicada a analisar, estruturar, criar e mensurar o impacto social final.

Outros fundos de investimento costumam ter métricas-padrão para a análise de sucesso de uma empresa. Na Vox, essas métricas nascem a partir de um Workshop com os principais envolvidos na empresa: diretores, líderes, clientes, especialistas etc. Em conjunto, debate-se qual é o propósito da empresa, a missão, o motivo pelo qual ela existe. Uma vez que esta orientação de propósito estiver clara, o passo seguinte é organizar um mapa lógico que envolve quatro etapas:

  • input — aquilo que é realizado pela empresa;
  • outputs — o que a ação gera imediatamente;
  • outcomes — as consequências da instauração desta ação;
  • o impacto social final alcançado.

Por exemplo, podemos pensar na instalação de uma rede de encanamentos (input). Com ela, alcançaremos segurança e conforto, limpeza e menor exposição a doenças (outputs). Por consequência, isso produzirá pessoas mais saudáveis, com melhor rendimento na escola; e com mais educação, mais empregos (outcomes e impacto social final).

Somente depois da construção deste mapa lógico a Vox cria os indicadores de mensuração de impacto e, com eles, poderá realizar um acompanhamento pós-investimento. Na Vox, o trabalho voltado para mercados de baixa renda está diretamente relacionado com o impacto social. O que orienta as escolhas da Vox é esse propósito — mas sem jamais esquecer ou abdicar do retorno financeiro.