SONETO DA FRAGMENTAÇÃO

Foi fragmentado
E vivo para reconstruir
Entre vômitos, tento destruir!
O que se foi com o tempo...

Percebo claramente que nada é como antes
Olhando de longe, num barco, um navegante
Deixo ir, como antes?
Tento mudar e não ser mais tão distante...?

Olhar, conversar, confidenciar, se explicar...
Navegar...
Sinto falta do estar

Não tenho mais nas mãos!
Talvez entre os dedos, das mãos ou do chão

Quero na palma, pra fechar e não deixar ir em vão.

Por Victor Tavares de Lira.

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