Lembrar quem já foi

Algo que tenho reparado aqui na Irlanda, e que não me parece que seja hábito em Portugal, é a utilização dos espaços públicos para lembrar quem já morreu.

Uma árvore com uma memória

Esta placa, numa árvore pelo percurso de hoje, levou-me a escrever esta mensagem, mas já tinha encontrado muitas outras antes. Aliás, todos os bancos nos jardins junto ao mar nas povoações a sul de Dublin têm a sua placa. Em Portugal não me parece que seja prática frequente. A memória aos mortos é um exclusivo dos cemitérios.

Acho interessante que assim seja. Para quem conheceu a pessoa, é a possibilidade de a recordar num sítio em que ela foi feliz. Para o estranho de passagem, é saber que aquele local foi especial para alguém.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.