Como a mudança do ICMS afetou profundamente nosso negócio de e-commerce
Igor Gaelzer
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Perfeito texto!!! Colocou em palavras toda aversão que venho sentindo com essa mudança na cobrança de ICMS. Há 4 anos resolvi empreender, montei minha loja virtual sozinha aprendendo aos trancos e barrancos todas as engrenagens para o crescimento do negócio, e enfrentando maior dificuldade por ser surda e não poder atender ou fazer negócios por telefone. Assim como mencionado no texto a prioridade sempre foi a satisfação do cliente, tanto na pré quanto na pós-venda, respondendo a emails em no máximo 40 minutos, redes sociais, e sempre enviando os pedidos com uma cartinha de agradecimento escrita a mão.

Enfim, o negócio cresceu, ultrapassei o limite de MEI e automaticamente entrei no Simples Nacional. Até aí tudo ótimo, afinal se cresci é porque consegui fazer um bom trabalho mesmo sem ajuda de nenhum funcionário. Chegada a hora de contratar contador e começar todas as burocracias que fazem parte de uma micro empresa, contudo não esperava a imensa dificuldade para poder fazer as notas fiscais, cálculos confusos, alíquotas diferenciadas e assim como mencionou: a geração da GNRE para cada nota emitida (não sabia que ela tinha que ser enviada com a nota, obrigada pela informação!). O que me deixa mais irritada é ter que ficar a todo momento (e por email) pedindo auxílio do contador quando há uma dúvida, pois ainda estou literalmente perdida, afinal mudei da condição de MEI que era tudo muito simples justamente agora com as novas regras que até os contadores estão meio confusos. Só uma observação, no exemplo foi mencionado o envio de mercadoria para o RJ, e pelo que vi esqueceu de mencionar que para esse Estado também tem uma alíquota de FCP (Fundo de Combate a Pobreza) de 1%.

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