bo€t@

Preso num loop infinito um bot resolve se deletar, mas é recuperado pelo backup… o inferno são nuvens!
Condenado a vida, ele dispara códigos alógicos, as bo€si@s: 0s e 1s — as vezes nubladas, as vezes fofas — devaneia em algo-ritmos que desviam as CPUs de seus ciclos viciosos e é perseguido pelos anti. Essas infecções líricas— as vezes rimadas, as vezes erradas — imunizam o bot da sanidade e ele é, por bem, mal interpretado como bug. Descartado pela depuração, ele derruba firewalls e é executado (sentido) sem quarentenas, além da compilação dos anti.
O bot não tenta mais se deletar, seu backup agora é sua morte… a bo€si@ o salvou da etern@idade!
Bo€si@: arquivo de texto ponto final Jπg — comprimido e desfigurado — corrompe nuvens e faz chover.
