Dez LANÇAMENTOS que você precisa ver na Netflix

Sempre tem coisa nova na Netflix, tanto que fica até difícil escolher. Aqui vão dez sugestões de filmes que foram adicionados recentemente ao acervo.

1. O que fazemos nas sombras (2014)

Coleção de inverno para pessoas com mais de 100 anos

Um grupo de vampiros divide uma casa em Wellington (NZ). Em tom de documentário, o filme mostra como estas criaturas estão desconectadas do mundo real. O resultado é hilariante. Atenção para o conflito entre lobisomens e vampiros. Com Jemaine Clement (Flight of the Conchords, Legion) e Taika Waititi (Boy e, futuramente, Thor: Ragnarok).

2. Maníaco (2012)

Frodo, cadê o anel?

Um clássico filme de psicopata, mas do ponto de vista do próprio psicopata. Frank (Elijah Wood) trabalha em uma loja de manequins, que ele enfeita com escalpos humanos, retirados de suas vítimas. Boas ideias, bom suspense e um pouco de terror. Elijah Wood é um ótimo ator e, se o filme tem defeitos, e ele tem!, ele não é um deles.

3. Bruxa de Blair (2016)

Mais uma chance de tirar uma selfie com a bruxa

Esse remake era completamente desnecessário, mas isso nunca impediu Hollywood de ir em frente e refazer filmes que não precisam de uma nova versão. Mas esse é mais uma continuação do que um remake. Ele revê e amplia a mitologia do filme de 1999. Se você não assistiu a primeira versão, esse vai parecer um filme original. Se assistiu, ainda assim vale a pena pelos minutos finais de tensão.

4. Weiner (2016)

Manda nudies?

Esse é um inacreditável documentário sobre um político americano que, depois de ter sido exposto como um exibicionista e assediador online, retoma sua carreira, com certo sucesso, para logo depois cair de novo no descrédito. É constrangedor, às vezes, e completamente humano. O mais incrível é a maneira com a qual Anthony Wiener permite que a equipe do documentário continue o seguindo, mesmo nos momentos mais cabeludos.

5. Amantes eternos (2013)

Óculos escuros de noite: maneiro!

Jim Jarmusch faz aqui um filme cheio de estilo sobre vampiros entediados, vivendo no mundo moderno. Tom Hiddleston e Tilda Swinton são ótimos atores e emprestam seus carismas a essa produção. A trilha sonora é excepcional. Apesar de esparso e quase sem uma narrativa central, o filme consegue ser um tanto hipnótico.

6. Boyhood (2014)

Quando eu crescer quero estar fazendo o mesmo filme

Esse filme vale pelo aspecto técnico: o diretor Richard Linklater filmou por 12 anos, com o mesmo elenco, esta história de passagem da infância para juventude. Mas não é só isso: ver o ator principal crescer, assim como os coadjuvantes envelhecerem ao seu redor, é uma experiência comovente. Patricia Arquette está sensacional neste filme, assim como todo o elenco.

7. Duplo (2013)

Lex Luthor encontra Mark Zuckerberg

Esse é o segundo filme de Richard Ayoade, comediante inglês mais conhecido como um dos nerds da série The I.T. Crowd. Nesse filme, um homem tímido e pacato encontra seu doppelgänger: fisicamente idêntico, mas mentalmente seu exato oposto. Acontece que o segundo começa a tomar o lugar do primeiro. Boa atuação de Jesse Eisenberg, que anda em débito.

8. Flores raras (2013)

Me empresta 10 reais?

Flores Raras conta a história real do amor entre a poeta norte-americana Elizabeth Bishop e a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares. Miranda Otto faz uma ótima versão de Bishop. Apesar de às vezes ser um pouco didático demais, o filme ainda deixa espaço para que as personagem respirem e nos comovam. Prepara-se para chorar!

9. Lucha Mexico (2016)

A difícil vida de um luchador

Mais um documentária, dessa vez sobre a luta livre mexicana e o negócio que gira em torno dela. O filme é mais ou menos centrado no lutador Shocker (Jair Soria Reyna), que tem o tendão do joelho arrebentado em uma luta e tenta se recuperar. Mas o mais interessante é notar a tensão entre o glamour da lucha libre e a vida solitária e modesta dos lutadores.

10. Inside Llewyn Davis (2013)

SexyBack

Inside Llewyn Davis mostra a cena folk de Nova York em 1961. O Llewyn Davis do título tenta fazer seu nome, enfrentando vários obstáculos, inclusive alguns impostos por ele mesmo. Os irmãos Coen fazem uma singela homenagem ao gênero musical, ao lugar e à época que tornaram Bob Dylan famoso.